Vou falar sobre um assunto que acompanho a todos nos últimos dia de 2007 onde penduramos botas na porta e colocamos bonecos de neve na escrivaninha, montamos aquela árvore de natal com neve falsa, nos vestimos de branco enfim comemoramos.
Nos últimos dia de aula do ano tivemos que apresentar o lançamento de uma marca e eu com o trabalho em mãos olhei para o logo (que por sinal era de minha autoria) e disse para meu amigo “Tá muito kitsch”, e ele respondeu “tá, mas ficou muito legal”. Kitsch legal? Como?
Se seguirmos a definição de Adorno (eu já disse que não gosto dele?), de Horkheimer e do resto da Escola de Frankfurt essa frase é um paradoxo. No entanto é injusto classificar o fenômeno Kitsch apenas como uma cópia e por tanto uma corruptela do original. Kitsch também é o limite entre o preconceito e o mal gosto como meu professor gosta de definir, mas eu prefiro definir esse fenômeno como: algo que perdeu sua
função e sua estética ou está deslocado de seu lugar original; disso se estrai-se a pergunta mais interessante.
Se é inútil e é feio porque continua existindo? Eu só vejo uma resposta porque essas coisas nos fazem felizes. Ninguém precisa de uma árvore de natal para sobreviver e geralmente os infetes colocados nelas são de gosto bem discutível, mas um natal sem pinheirinhos é tão triste. Então Kitsch não é algo para se ter vergonha ou se fugir (como muitos designers fazem) ele tem função e a função dele é nos fazer felizes.
Enfim desejo um feliz 2008 a todos
e que todas assas pequenas coisas que nos fazem com que a vida seja melhor estejam com vocês esse ano


Um comentário:
huauahuahuahuahua
UDO, foi vc msm q escreveu esse texto? Pequenas coisas q nos fazem felizes? Eu achei mto meigo, mas esse tempo vago d férias tá t amolecendo hein....huahuahuahauhaua
mas é vdd, são coisas bem breguinhas, mas são tradição! E às vezes faz falta uma tradição... qd queremos uma identidade, acho q é necessária uma tradição...
enfim, continue escrevendo
Só não achei o vulcão....hauhauahhua
é a Carol , mas pra facilitar táanônimo
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