sexta-feira, 18 de julho de 2008

Parabéns Adidas

Estou escrevendo esse post porque fique comovido com a nova promoção da Adidas em parceria com o All Blacks, pra quem não sabe All Blacks é a seleção de rugby neozelandês considerada a melhor do mundo e com uma identidade irretocável começando pelos seus uniformes inteiro pretos.

Bem, o tema da campanha da Adidas desse ano é “This is not a jersey” (isso não é um uniforme), ela convidou todos os jogadores do All Blacks a falarem o q a camiseta negra representava pra eles, e mas do q isso abriu a possibilidade para que qualquer fã do time faça o mesmo e cada contribuinte vai ter seu nome escrito nas fibras de um uniforme (não me pergunte como) que será sorteado entre os participantes.

Agora imagina se já achei legal imagina um neozelandês dar o seu depoimento do que o orgulho nacional representa pra ele e ser reconhecido por isso, no contexto de um esporte onde o espirito de grupo é um dos maiores valores.

O mais legal de tudo isso é que não escrevo esse post porque alguem tá me pagando ou porque recebi um press-release e fiquei com preguiça de escrever outra coisa e to pondo ele aqui. Estou escrevendo ele porque a Adidas tem uma sacada genial pra divulgar seus produtos do All Blacks pela 4 vez seguida.

Em 2005 filmaram um treino de “Last Man Standing” (uma espécie de mãe da rua versão ogro) entre time da Oceânia e o Britsh and Irish Lions (um dream team de jogadores das Ilhas Britânicas), no ano seguinte veio a genial “Bonded By Blood” onde sortearão uma série de poster autografados pelos jogadores, cuja tinta tinha o sangue dos próprios e por fim no ano da Copa da França fizeram questão de levar a terra de cada estádio onde houvesse um All Black para os jogos deles em território Frances.

Então aqui vai meus parabéns para a Adidas e suas agencias de publicidade/promoção que ao invés de ficar dando brindes e fazendo comerciais institucionais de 30 segundos sacaram o que o seu publico alvo, fã do esporte gosta, e vem construindo uma verdadeira lenda com isso.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Eu, Sagmeister e Heidegge

Bem galera, primeiro queria avisar que esse blog voltou a ativa. Sim, foi muita mancada deixa-lo em stand by, primeiro porque estava de férias e quando as aulas começaram, porque não tinha mais tempo, mas agora faça chuva ou faça sol vou atualizar eles com meus pensamentos, idéias devaneios e experiências.


E já que parei o blog pela falta de tempo, acho que nada mais justo do que dedicar o primeiro post a o que estive fazendo enquanto não estava atualizando ele. Mas o que estive fazendo nesses quase seis meses? Bem basicamente estive estudando,geralmente mais do que conseguia e menos do que deveria, também comecei meu coletivo de design: We Have Bananas! No qual estou trabalhando o tempo em que eu não estudo.


Agora, tá isso tem muito a ver comigo mas, nenhuma relação com Heidegger e com o Sagmeister, mas vamos chegar lá. Bem o primeiro a entrar nessa história é o Sagmeister, lendo uma entrevista sua na Computer Arts sobre seu novo livro “Things I Have Learned In My Life So Far” achei genial a idéia de compartilhar o que aprendi na minha vida até agora, mas achei que como esse texto vai para um blog, ele teria de ser uma atualização e não um resumo da minha vida inteira.Então vou me limitar aos últimos seis meses de existência.


Poderia falar muita coisa que eu aprendi nesse período do tipo: Nunca caia em cima do seu pulso, açúcar pode fazer mal a outros aspectos da sua vida além da circunferência da sua cintura, clientes não entendem nada do seu negócio, levantamento terra e rugby melhoram sua postura em muito e por ai vai. Mas na verdade nada disso é muito relevante para vocês ou pelo menos não é do que eu quero falar.


A lição que aprendi mesmo e quero passar em diante é: “Computadores não fazem design” e ai entra o Heidegger, parece que em algum momento da história (do qual com meus 18 anos de idade não participei) situado entre o surgimento do Macintosh e a banalização dos PC's esquecemos que eles eram apenas uma ferramenta para a nossa profissão e não na linguagem dela. Isso deu no que vemos hoje, uma infinidade de projetos gráficos idênticos e que são faltam ter em algum canto os dizeres “Powered by Adobe”


Não que o computador seja o capeta do design, mas ele deveria ser usado para projetos que ele tem um resultado melhor do que outro meio e não ser o único meio de produção, bem falo isso por dois motivos, primeiro que essas palavras me lembram aquele velho ensaio do titio Heidegger “A questão da técnica” é basicamente um texto sobre a relação do homem com a técnica e uma critica de como o homem é parte da relação e não controlador dela, e segundo porque tive a oportunidade de fazer um trabalho para a matéria de Projeto Visual I: Identidade inteiramente produzido com stencils e marcadores,em breve no meu deviant, deu um trabalho absurdo mas não há software que consiga o mesmo resultado.


Acho que era isso que queria compartilhar, não precisamos abandonar nossos queridos computadores mas vamos tomar cuidado com a tentação de resolver tudo neles. Também queria agradecer o pessoal que teve presente comigo esse semestre nos eventos que fizeram eu escrever esse post: vulgo turma de loucos do seminário do Heidegger, pessoal do W.C. bar+galeria e os outros membros do We Have Bananas!



Ps: Quando reabri o blog achei que ele tá graficamente horrivel então pesso sujestões de como posso melhora-lo, já que minhas noções de HTML são minimas.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Eu odeio Helvetica

Antes de começar queria parabenizar todos os bixos que brotam essa época do ano, principalmente os bixos ecanos, vocês vão ver a ECA é um lugar muito especial, e queria parabenizar mais ainda aqueles que tiveram que me aguentar enfiando tinta nas suas orelhas. Agora vamos ao assunto principal Mal escrevi o título desse post e já sinto que dezenas de pessoas querem me matar, mas eu tenho meus motivos para odiar esse typeface tão famoso. Mas antes de começar a descer a lenha nela vamos ao pequeno histórico.

A Helvetica é uma fonte não serifada de ótima legibilidade criada por Max Miendiger em 1957 inspirada em outra família realista chamada Akzidenz Grotesk. Sua origem esta intimamente relacionada com os ideias da escola de design suíça e com um universalismo criado pelo trauma que envolveu as questões étnicas no decorrer da Segunda Guerra Mundial.


Bem até aqui não a nada que se possa dizer de ruim dessa família tipográfica, tem ótima legibilidade suas linhas são consideradas modernas por muitos até hoje serviu na recuperação da Europa pós-guerra como uma tipografia apaziguadora e depois de 50 anos continua jovial e útil para qualquer situação.


Essa história imponente e sua adoção por 9 entre 10 designers esconde seu problema. A Helvetica é entediante!!! Seu conceito de ser universal sem barreiras ou restrições a torna inexpressiva. Poderíamos chama-la de fonte pato: anda mal, voa mal e nada mal.


Acho que sua utilização se deve ao comodismo já que apesar dela não ser perfeita para nada também não de todo ruim para qualquer coisa. Mas acho que eu assim como qualquer outro designer ou artista está procurando o state of the art e não o mediocre então abandonai-vos também essa família picolé de chuchu e procurai-vos alguma fonte melhor (entre minhas sugestões de sans serif estão: Bauhuas, Frutiger, Futura, Gill Sans, Optima, Seria Sans)



Além disso ela também é filha de uma miscelânea estética incrível pois apesar de ter como estética o futurismo geométrico ela tem como base uma tipografia realista. “Ahn?! Não entendei” Nem eu; talves isso seja uma expressão pós moderna do fim do tempo e um manifesto contra uma prisão aos moldes modernos que nos impedem de pensar de forma puramente lógica, ou talvez seja uma idéia de gerico mesmo


Em resumo Helvetica é aquela menina de mais ou menos um metro e sessenta com cabelo castanho ondulado nem feia nem bonita que todo mundo já ficou um dia na vida mas passou batido. Nada contra mas você nunca pensaria em ver ela em um outdoor (um minuto de silêncio pelo extermínio deles aqui em sampa). A tipografia tem que não apenas transmitir a mensagem, mas fazer parte de seu conteúdo e a Helvetica em o seu imenso vazio estético e simbólico não faz nada além de servir como um veiculo insonso.


Então aqui vai o aviso: para aqueles que trabalham com tipografia pensem antes de adotar as soluções pré-estabelecidas, inovem, arrisquem e façam a diferença; já aqueles que só entenderam do que eu estava falando quando viram a palavra fonte pensem q ela faz diferença sim e procurem pelo menos informações por mais básicas que sejam sobre elas, afinal com a invasão do computador o caderno de caligrafia devia ser substituido pelo livro de tipografia.


Ps: Pelamordedeus ou qualquer outra entidade extra planar a sua escolha Arial é uma gambiarra para o Bill Gates inserir a Helvetica no Windows sem pagar então se eu consegui te convencer de abandonar a Helvetica abandone também a Arial
Ps 2: Alguem já teve problemas no PC por deletar Comics Sansm Papyrus, e essas duas ai de cima?

Pra finalizar mesmo aqui vai video que acabei de ver no you tube sobre fontes cliché: http://br.youtube.com/watch?v=t87QKdOJNv8

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

O Kitsch e o Kitsch

Bem... Após as férias e um merecido descanso mental tomei vergonha na cara e resolvi voltar a postar.

Vou falar sobre um assunto que acompanho a todos nos últimos dia de 2007 onde penduramos botas na porta e colocamos bonecos de neve na escrivaninha, montamos aquela árvore de natal com neve falsa, nos vestimos de branco enfim comemoramos.


Nos últimos dia de aula do ano tivemos que apresentar o lançamento de uma marca e eu com o trabalho em mãos olhei para o logo (que por sinal era de minha autoria) e disse para meu amigo “Tá muito kitsch”, e ele respondeu “tá, mas ficou muito legal”. Kitsch legal? Como?


Meu logo


Se seguirmos a definição de Adorno (eu já disse que não gosto dele?), de Horkheimer e do resto da Escola de Frankfurt essa frase é um paradoxo. No entanto é injusto classificar o fenômeno Kitsch apenas como uma cópia e por tanto uma corruptela do original. Kitsch também é o limite entre o preconceito e o mal gosto como meu professor gosta de definir, mas eu prefiro definir esse fenômeno como: algo que perdeu sua

função e sua estética ou está deslocado de seu lugar original; disso se estrai-se a pergunta mais interessante.


Las Vegas: Com um vulcão a torre Eiffel a a estatua da liberdade no mesmo lugar não dá pra ser mais Kitch mas não deixa de ser um lugar interessante

Se é inútil e é feio porque continua existindo? Eu só vejo uma resposta porque essas coisas nos fazem felizes. Ninguém precisa de uma árvore de natal para sobreviver e geralmente os infetes colocados nelas são de gosto bem discutível, mas um natal sem pinheirinhos é tão triste. Então Kitsch não é algo para se ter vergonha ou se fugir (como muitos designers fazem) ele tem função e a função dele é nos fazer felizes.


Enfim desejo um feliz 2008 a todos
e que todas assas pequenas coisas que nos fazem com que a vida seja melhor estejam com vocês esse ano

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

I'm so last century

Depois de uma quase férias onde eu cocei muito, fiz alguns trabalhos e tomei uma bela queima num pic-nic com os amigos, agora é bom voltar a rotina e postar alguma coisa.


Uma das coisa que fiz nesses dias de ócio foi ouvir CSS. Sabe aquela bandinha brasileira que só faz sucesso na gringolandia e quase ninguém ouviu falar? É o Cansei de Ser Sexy aquela banda super hypada que se você não gosta “you are not cool”.


É uma banda que realmente vale ser apena ouvida pela sua mistura de rock com eletrônico bem sincera, mas o que realmente chamou minha atenção neles foi uma musica deles chamada “Art Bitch”. A canção é uma critica que fica entre o sarcasmos e o humor de uma suposta artista que mostra em suas obras pornográficas um vazio incrível, camuflado por uma estética pseudo-revolucionária.


(Cansei de Ser Sexy)


A musica é caricata mas de maneira nenhuma falsa. Não que exitam centenas desses porno artistas que ameassem a decência e a moral da sociedade, mas a arte contemporânea como um todo comporta-se como a personagem. Os artistas contemporâneos em sua maioria parecem não querer desgrudar das estéticas modernas e as lêem e relêem até a exaustão de suas possibilidades.


O problema se agrava ao saber que essas estéticas surgiram no século passado justamente para combater um modelo único de arte, cada uma com suas próprias características e aspirações no entanto, foram jogadas dentro de um mesmo saco e transformadas no modelo estético absoluto do pós-moderno.


Não precisa ir muito longe para se perceber isso. Quantas vezes você não esta rodando pelo DeviantART e não pensa “Eu já vi isso na página passada”? A arte vetorial abstrata é a prova viva do esgotamento dos modelos de criação, toda obra de respeito tem que ter muitos elementos, grafismos, sinais de mais, setas e aros com círculos dentro.


Depois de um século fugindo dos padrões caímos em uma era onde o legal mesmo é refazer toda essa revolução só que sem revolução. Hoje mesmo estava visitando uma exposição fotográfica na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo quando me deparei com uma bolsa pendurada em uma das paredes onde deveria haver fotos, comentei com meu amigo e ele logo começou a soltar milhares de explicações para aquele objeto estar lá; uma mais estapafúrdia que a outra mas todas prováveis de se ouvir da boca dona da obra.


O caráter revolucionário foi minimo e apesar de não ter a oportunidade de conversar com o autor suponho que seus motivos para expor aquilo se enquadrem em um dos bisonhos argumentos que meu amigo falará ou em qualquer outra justificativa dada por Duchamp. Mas pera ai os ready mades de Duchamp foram feitos lá por 1917.


(A fonte de Marcel Duchamp revolucionaria a um século atras)

Ou a arte está velha ou a idade é das minhas idéias mesmo. A Bienal de 2008 aponta para o lado da arte (seja mostrando o cansaço dela ou pela própria Bienal repetindo cliches modernos) mas pra mim é preferível acreditar que sou eu que estou ficando velho. Afinal como diriam os artistas desse mundinho pós-moderno hypado sobre essas idéias rabugentas minhas “You are so last century!”.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Um pouco sobre o maquiavelismo no design

Nicolau Maquiavel nasceu em um reino da atual Itália no seculo XV, foi historiador, poeta, diplomata e musico , no entanto ficou reconhecido como o pai da ciência politica principalmente por seu livro O principe onde defendia a unificação da Italia e seu comando por um estado centralizado.
(Nicolau Maquiavel)

A partir dai não existiu um governo na Europa que não se utilisasse do livro para justificar a nessecidade de um rei absolutista com o poder de cortar algumas cabeças. E o pior, até colocaram na boca do agora sábio defunto a celebre: "Os fins justificam os meios"
Mas o que esse tal de Nicolau tem a ver com design?

A resposta é: Nada, mas a frase atribuida a ele originou a doutrina do maquiavelismo, que parece estar em voga na produção cultural/material nesse momento, e nesse caso o meio é o atropelamento do real design e o fim a estética.

Hoje estava assistindo TV quando me deparei com um programa na Globo News que naquele momento falava sobre a Bauhaus, após uns 10 minutos se traçou um paralelo entre Niemeyer e a escola alemã, dai me puz a reflexão, como igualar em termos de design a lógica alemã com os projetos no minimo não usuais do brasileiro .

Não que não goste dele mas meu ver, ele representa a transformação do design em arte, cuja função é apenas estética. No entanto arte é arte, não é cacofonia e sim uma quetão de que arte não tem justificativa lógica, ela é arte porque foi definida como tal, vide Duchamp e seus ready mades. O design no entanto é funcional, ele tem que ser pensado a partir do briefing (é nada de de fazer aviãozinho de papel com aquilo que o atendimento te entrega) e se alguem está pagando um designer para projetar alguma coisa para ele é porque ele tem um problema e está disposto a resolve-lo.

Desde a Bauhaus, se via uma grande preocupação de Walter Gropius e seus colegas de se passar a necessidade de uma criação voltada pra a produção em série e a funcionalidade, mas esse principio parece estar ultrapassado. A cada dia se ve mais propagandas abarrotadas de elementos onde mal se ve o nome do anunciante "less is more"? Gestalt? pra que? Se o que importa no final das contas é ter a página mais espetacular da revista.


(Lotus Elise feito acima de tudo para ser funcional)

Mesmo no design de objetos se ve os crimes contra a utilidade, o novo Vectra com o design totalmente reformulado consegue ter o coeficiente aerodinamico pior que seu antecessor, isso significa um carro menos economico e menos agil, mas ele é mais bonito!!!

Como um absurdo desses? Maquiavel explica: Não custa deixarmos um carro um pouquinho menos util para atingirmos a beleza.

ps:Espero que ninguem venha me falar que sou louco de criticar Niemeyer. É muito legal ver as fotos de brasilia mas duvido que alguem more de livre e espontanea vontade na catedral de lá

sábado, 10 de novembro de 2007

Esta vivo

Bem, desde que comecei a estudar publicidade e consequentemente entrei em contato com a web 2.0 (ou 3.0, 4.17, ah esqueci 4.17 era na semana passada, em outro post abordarei esse assunto) senti a necessidade de contribuir com esse novo mundo, no entanto era um desejo vazio. Queria contribuir apenas para não me sentir um fóssil, não importava o que escrever desde que me tornasse um prossumer.


No entanto as coisas mudam, pretendo começar um projeto de iniciação cientifica ano que vem daí a necessidade de um blog ...















(foi se a época que estudar era dormir em cima de um livro)


Não; definitivamente não criei ele para postar meu enorme conhecimento e minhas descobertas geniais, principalmente porque não as tenho e não acho que farei alguma coisa que revolucione o mundo amanhã. Mas posso aprender e essa é a idéia, postarei para refletir, estudar, trocar experiencias, receber criticas e tecer uma rede de conhecimentos.


Disso se tira uma conclusão: pelamordedeus contribuam, participem. A não ser que você esteja realmente afim de quebrar alguma convenção social, regra básica de etiqueta ou educação a área de comentários serve para você comentar, então comente não custa nada além de alguns momentos da sua vida, mas se bem que você pode descontar essa diferença não espionando o profile do(a) seu(sua) ex.


“Comentar sobre o que?” Sobre o que eu vou escrever já é um bom começo. “Tá, engraçadinho , mas você vai falar sobre o que?”. Sabe que eu ainda não tenho certeza. O fato, como já disse, é que ele foi feito para ajudar em meu estudo, então pretendo veicular conteúdo relacionado a ele principalmente relacionado a ele: Design, moda, estética, publicidade e comunicação, entretanto não descarto a possibilidade de postar sobre assuntos como politica, musica, informática, física quântica e elefantes magentas da Nanibia. O conteúdo vai depender do meu humor, da opinião dos leitores, do que rola na grande mídia e do rumo que a vida desse blog tomar.


Já resumi grande parte do que se precisava saber de inicio sobre ele. Espero que consiga de fato aprender escrevendo e ouvindo, e para não dizerem que sou egoísta espero que você também aprenda, afinal não exite mídia sem publico e mais do que isso que eu de alguma maneira faça diferença na sua vida e quando chegar exausto em casa após um dia de trabalho ou estudo ligue o computado correndo e de sua lista de favoritos acesse esse site.


Parafraseando o Dr. Frankenstein mas com a esperança de um sucesso maior “Esta vivo”